Neo-Ateísmo, Um Delírio

Ceticismo e racionalidade na demolição da ilusão neo-ateísta

A difícil arte de dialogar com os neo-ateus Parte 2 OU Como discutir com aquele que não lê o que está escrito

com 47 comentários

antas

O blog curiosamente entitulado de “Crônica da Ciência” fez uma crítica emocional a um texto deste blog. O texto criticado é: Ciência X Religião: Retardo Mental.

Uma das bases do texto original meu era criticar o uso abusivo da metáfora “a ciência se corrige” assim como o uso errôneo da problematização tola “Ciência X Religião”, algo normalmente vindo de leitores de “divulgação científica”, ou seja, leigos que não possuem uma prática científica mas costumam falar que “amam a ciência” (como se todos não amassem).

Sempre achei que é vital, quando se vai criticar um texto, que se LEIA este texto antes de criticar. Mas o crítico, que atende pelo nome de João, parece que não leu, pois escreveu:

Pois este senhor diz que a ciência não é aberta a refutação. Ou melhor o que ele diz mesmo é que a ciência não se corrige. Mas depois de dizer que a ciência é o corpo de conhecimento adquirido cientificamente, era preciso que nunca esse corpo tivesse sido alterado para dizer que não se corrige. E era preciso igualmente dizer que ela não era aberta a refutação e discussão para garantir que não se corrige. Por isso, ou eu não sei o que é corrigir ou então a ciência corrige-se. Não que o erro seja a caracteristica da ciência, como outros querem fazer crer, mas que a ciência se corrige é um facto.

Deu para notar que a irritação de João era tanta que (1) ou ele criticou um outro texto que não o meu, (2) ou então ficou cego de fúria ao ver seus mantras questionados e se perdeu todo, pois no trecho citado acima ele afirma que eu disse que ciência não é aberta. Eu jamais escrevi isso. Eu escrevi que a expressão “ciência se corrige” é equivocada. Mas não disse que a expressão “ciência é aberta a refutação” é equivocada.

E o mais divertido é que ele citou Popper achando que isso refutaria o meu texto, quando na verdade o confirma. Notem:

E agora Popper no seu melhor: «science is one of the very few human activities – perhaps the only one – in which errors are systematically criticized and fairly often, in time, corrected.» (“Conjectures and refutations: the growth of scientific knowledge”).

De novo o equívoco de João, pois Popper escreveu “que ciência é uma das atividades humanas nas quais erros são sistematizamente criticados e corrigidos em seu devido tempo” e não “ciência é uma entidade que erra, se critica e corrige seus erros”.

A diferença é fácil de observar se alguém simplesmente prestar atenção e ler o que está escrito (e não aquilo que quer ler):

  • A lata de sardinha é passível de ser aberta: fato
  • Mas isso não implica que a lata de sardinha se abre

Esse exemplo pode ser aplicado à quase tudo.

Mas o que ocorre quando a garotada de Sagan lê a expressão “ciência se corrige”, é a tentativa de atribuir todas as correções feitas por cientistas em cima de outros cientistas para “a ciência”. Claro que é apenas uma metáfora, óbvio. Mais óbvio ainda é o intuito claro: esconder ou jogar para baixo do tapete os erros dos cientistas (os losers), e apontar apenas as correções (dos winners). Não passa de um raciocínio de auto-ajuda (tipo aquele do copo vazio e do copo cheio), mas que logicamente implica em vários problemas…

Principalmente por que não adianta dizer que a “ciência se corrige”, sendo que essa seria a única ação que poderia ser atribuída a ela. Se a “correção” é uma ação atribuída à ciência (como entidade), então todas as ações devem ser atribuídas também. Já que, até na descrição de uma entidade como ciência, é preciso ter um modelo lógico que a explique. Ele modelo deve ser aplicado universalmente.

A única forma de defender a validação do uso da métáfora “a ciência se corrige” é através do seguinte modelo:

Fatores:
  • Entidades: Ciência, Religião, Filosofia, Administração (dá para citar outras, mas usarei só essas como exemplo)
  • Componentes: Teorias científicas (ciência), Sistemas religiosos e estudos de teólogos (religião), Sistemas filosóficos e estudos de filosofia (filosofia), Teorias da administração e pesquisas sobre administração (administração)
  • Players: Cientistas e diversos pesquisadores da ciência (ciência), profissionais de administração e estudiosos (administração), Teólogos e estudiosos da religião (religião), Filósofos e professores de filosofia (filosofia)
  • Público: Usuários dos benefícios da ciência, ex. GPS (ciência), fiéis da religião e leitores de textos e teses de religião e teologia (religião), clientes internos e externos (administração), leitores de filosofia e pensadores leigos (filosofia)
Eu poderia criar um quinto fator (domínio), mas espero que as entidades “Ciência”, “Adminitração”, “Religião” e “Filosofia” sejam do conhecimento dos leitores, então não o farei no momento.

Dos quatro fatores, somente o público não tem ação ativa. Ele se beneficia do que os outros três fatores geram. Eu diria até melhor: os benefícios gerados pelos players, que geram novos componentes. E a entidade maior é só o “guarda-chuva” em cima do todo.

O modelo:
  • “Em caso de um ou mais [players] executarem ação(ões) quanto a um ou mais [componente(s)], isso automaticamente significa que [entidade] executou essa ação sob si própria”

Sem o modelo acima, não é possível que se valide a tal metáfora.

E no modelo dá para notar fácil que cada uma das 4 entidades possui seus componentes e players, além do público. Como já dito o público não será julgado, por não ter ação ativa.

E aí que vem um dos problemas, pois aplicando o modelo o resultado é a expressão “ciência se corrige” quando um cientista corrige o trabalho de outro.

Embora isso possa parecer adequado à primeira vista, temos situações como na Teoria do Aquecimento Global. Hoje é proibido questioná-la, ou corrigi-la, logo na aplicação do modelo a expressão “os teóricos do aquecimento global não aceitam correção” tem que ser transformada em “ciência não se corrige”.

Os problemas não param por aí.

Notem o exemplo da Teoria da Memética, criada por Richard Dawkins. Não passou pelo método científico, foi chamada de “teoria científica” por alguns cientistas, e ninguém passou o crivo do método científico em cima dela. Para piorar, nem é falseável. Ou seja, o pessoal que tratou da memética é relaxado. Isso implicaria, na aplicação do modelo, em ter que dizer: “ciência é relaxada”. Detalhe que a teoria já tem mais de 30 anos, então não dá para escapar de acusação de relaxo…

O modelo também complica para que os filhos de Dawkins consigam transmitir a pregação preferida deles: “a ciência se corrige, a religião impede questionamentos”.

Estranho, pois os estudos de teólogos e a criação de sistemas religiosos (detalhe que não existe só um sistema religioso no mundo) surgem em substituição a modelos anteriores. Logo, na aplicação do modelo, “a religião se corrige”.

Ah, mas existem algumas religiões (dentro da religião, entidade maior) na qual correções e questionamentos são vetados. Logo, na aplicação do modelo, “a religião não se corrige”. (*)

Dessa forma, deve-se assumir que se “religião se corrige” e “ciência se corrige”, o fator de distinção entre elas não existe mais NO QUESITO “correção”. Logo, o uso da metáfora, se for aplicada em um modelo para descrição universal (e tem que ser assim em ciência), mais prejudica do que ajuda os leitores de Sagan. A frase de efeito “ciência se corrige, religião não” perde… todo o seu efeito.

Além do mais, muitos autores de auto-ajuda ateus (que fingem que fazem “divulgação de ciência”) dizem que o “questionamento não ocorre na religião, siga-a sem questionar”. Decerto que isso é verdade para alguns, mas só para o público. O público não está sob julgamento. O certo seria comparar a atitude dos players da religião com os players da ciência, e não o público da religião com os players da ciência. Fazer isso é no mínimo covardia e desonestidade intelectual.

Detalhe que os players na religião, na ciência, na política, no esporte automaticamente corrigem todos os trabalhos e artefatos produzidos uns pelos outros. Dessa forma, “tudo se corrige”.

Mas o pior de tudo é que não é possível que “ciência se corrige” e “ciência não se corrige” estejam juntas, pois são logicamente contraditórias. Ou é um ou é outro. Mas, na ação de players, ambas ocorrem.

Algum espertinho poderá tentar se safar dizendo: “mas espere, quando um cientista corrige outro, aí a ciência se corrige, mas quando um cientista deixa de corrigir o outro, por malandragem, política, dogma ou qualquer motivo, não atribuirei isso à ciência”, com isso ele conseguiria manter a expressão “ciência se corrige” e anular a expressão “ciência não se corrige”.

Só que se alguém com o mínimo conhecimento em epistemologia estiver por perto, essa tentativa de logro não vai colar.

É por isso que o grande objetivo do texto, ao desmistificar a expressão “ciência se corrige”, era evitar a banalização do termo ciência. Deixar de olhar a ciência com olhos de “sonhador” e ver a ciência como ela realmente é. Na prática. Com todas as suas qualidades e defeitos, como qualquer área do conhecimento humano.

A tentativa árdua e ferrenha de João de lutar por seu mantra “ciência se corrige” é até comovente. É como um talibã que não quer largar os seus dogmas.

Só que a forma de João ver a ciência a banaliza. A minha forma a respeita.

E tecnicamente, “ciência se corrige” ou “religião se corrige” parecem mais mantras não informativos. Não acrescentam informação nenhuma ao assunto. Ao passo que “teoria X estava errada, e foi substuida por teoria Y, e o responsável pelo erro é pessoa W”, é muito mais informativo, e constitui-se de informação útil para discussão.

P.S.: O texto de João ainda contém um erro básico e imperdoável, pois o título é “Ciência não se Corrige”. Provavelmente ele pensou que eu, ao questionar a expressão “ciência se corrige” estava automaticamente dizendo que “ciência não se corrige”. Não, eu não acho que ciência se corrige, e nem evita correções. E eu espero sinceramente que João não seja um cientista (ou seja, atuando em pesquisa científica), pois a atitude dele é de auto ilusão. Aí no modelo o resultado teria que ser: “ciência se auto ilude”. Não concordo. Esse é um problema do João, não da ciência.

P.S.2: Concordo que meu texto original deveria ter menos palavras ofensivas. Essa é uma crítica que considero legítima feita pelo João.

Escrito por lucianohenrique

setembro 3, 2009 às 4:11 am

47 Respostas

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  1. Escrevo aqui por encontrar uma insinuação difamatória (mine quoting) praticada por Marcos Richard. Soube por uma captura de ecrã… Dei uma resposta aqui… Convinha que apresentassem links para as fontes originais ou que informassem os visados. Cumps

    RESP. LUCIANO

    Por favor, você poderia copiar a resposta aqui? Responder em outro blog uma alegação que é feita aqui não é muito adequado. Em post de outro blog, se responde a posts de outros blogs. Já comentário é bom que seja respondido diretamente no mesmo blog. Agradeço a compreensão.

    P.S.: Aliás, se Marcos cometeu o equívoco de citar você fora do blog lá, recomendo responder aqui, para manter a discussão em um lugar só. Peço ao Marcos o mesmo.

    Pedro Amaral Couto

    setembro 6, 2009 em 3:50 pm

  2. MAs a Santissima Trindade, onde esta a metafora?

    Jesus era um homem filho de homem? É isso?

    RESP. LUCIANO

    Espere aí. Em um momento estávamos discutindo a existência de Deus, com a citação de uma metáfora cristã, para falar de Deus. E depois você já quer pular para os dogmas específicos cristãos? Você precisa focar. Quer falar sobre Deus ou sobre uma religião específica?

    http://neoateismodelirio.wordpress.com/2009/09/05/olavo-de-carvalho-comenta-sobre-religiao-e-ciencia/

    Veja esse vídeo, que está neste tópico acima. Lembre-se que eu percebo qualquer tentativa de você “moldar” o debate.

    Aliás, eu te expliquei o significado da metáfora “o verbo se fez carne”. Só com isso, você, por receber tal explicação, pode se considerar privilegiado em relação aos outros neo-ateus. Tem muitos dos seus amigos (e você sabe disso) que ficam comparando com “monstro espaguete” e “bule de chá” e coisas do tipo e jamais sequer conseguirão imaginar o significado de “verbo se fez carne”.

    Prefiro não abordar profundamente a questão dos dogmas específicos. Esse blog é de críticas aos ARGUMENTOS dos neo-ateístas contra todos os teístas. Não é para defender nenhuma religião em específico.

    Joao

    setembro 5, 2009 em 7:42 am

  3. Luciano, pára de bater tanto no Argo (ou será Argay?), que eu já estou ficando com pena do coitado…

    Carlos

    setembro 4, 2009 em 11:39 pm

  4. O Argo anda quietinho depois que ficou com a tarraqueta ardida.

    Marcos Richard

    setembro 4, 2009 em 7:45 pm

  5. Argo:

    Estou convencido que isso é crime. A não ser que essa informação ja seja publica.

    joao

    setembro 4, 2009 em 5:50 pm

  6. Ok,

    Deus será a entidade suprema, criadora do universo a quem são atribuidas as qualidades de omnipresença, omnisciencia e omnipotencia, além de ser presumivelmente bom.

    SErve?

    RESP. LUCIANO

    Serve. Grato.

    Onipresença, Onisciência e Onipotência, ok. Em relação a ser presumivelmente bom eu substituo por presumivelmente justo, sendo o “bom” consequência da justiça.

    Agora vou te dar um exemplo de metáfora, um só, DENTRO das explicações da divindade. O restante você pode correr atrás.

    “No princípio era o verbo, o verbo era deus e o verbo estava com Deus” e depois “O verbo se fez carne”.

    Não dá para interpretar literalmente, claro. A lógica é que o verbo tem que ser considerado como a palavra (ou informação), que então resulta em finalmente matéria. Ou seja, a explicação de que existiria uma ação inteligente (mas não material, pois é “só verbo”), resultando no princípio do material (a carne, que não tem a ver com a carne humana, e sim com algo sólido).

    Esse é um dos exemplos. Mas há vários outros.

    Ou seja, Deus, o conceito em si, não é metáfora. Descrições desse conceito (de acordo com cada religião) normalmente incluem metáforas.

    joao

    setembro 4, 2009 em 5:46 pm

  7. ?importante porque? Não me responde se não te disser o que é Deus? Não é suposto eu saber mais sobre isso que tu.

    Joao

    setembro 4, 2009 em 5:40 pm

  8. Luciano

    Tu sabes que és um filho de uma puta, não sabes?

    argo

    setembro 4, 2009 em 5:39 pm

  9. No entanto, eu vou divulgar informações pessoais suas.

    RESP. LUCIANO

    Em boxe isso se chama “acusar o golpe”. Perdeu, deu nisso… apelou.

    argo

    setembro 4, 2009 em 5:17 pm

  10. “Você ainda não deu a sua definição de Deus. Quem disse que sem isso você pode avançar para a próxima pergunta”

    Para que? Voce diz que acredita em gambuzinos. E eu tenho de definir gambuzinos? Não acho. E se não acho para os gambuzinos porque terei de definir para Deus.
    Mas digo-lhe o que não é Deus. Deus não é uma pedra, Deus não é o universo e Deus não é um senhor de barba lá em cima a ver o nosso dia-a-dia. Serve?

    Agora diga lá se é o pai, o filho ou o espirito santo que são a metafora.

    RESP. LUCIANO

    De jeito algum. Dizer o que não é não adianta. É importante você dizer o que é.

    Joao

    setembro 4, 2009 em 5:16 pm

  11. Gente, favor não postarem informações pessoais. Podem zoar o Argo Nauta, mas peço que não revelem informações de pessoas amigas dele. Grato.

    lucianohenrique

    setembro 4, 2009 em 5:12 pm

  12. Postaram lá na comunidade dele em 11/19/07:

    “argola
    O argo é gay!
    O argo é gay que eu sei! (bis 47 vezes)

    Aê galera, passei só pra encher o saco, estou saindo da comunidade.

    =*********** ”

    É, o amigão da Lena Calezulato. Lá de Sâo Lourenço da Mata.

    RESP. LUCIANO

    Não sei quem é Lena. Mas soltar informação pessoal é complicado hein. Vamos pegar leve com o Argo. Ele já sofreu demais por aqui.

    Marcos Richard

    setembro 4, 2009 em 4:59 pm

  13. O homossexual Argo MENTE! ele NÃO tem uma empresa de informática! EU sei porque acesso o site dele. Ele é um nordestino idoso, aposentado, ex-vendedor, e que passa os dias sentado num quartinho defronte a um computador pequeno sonhando com o comunismo, o ateísmo, babando por Lula e pela Dilma… dêem um desconto para ele, o coitado precisa de uma distração… tenham pena dele, não raiva…

    RESP. LUCIANO

    Engraçado que já encontrei uns tipos destes no Orkut. Os veteranos ultra fanáticos. Eles costumam ser muito bravos mesmo. Eu tinha notado a faceta do comunismo quando ele disse “A China vem Aí”. Bem lembrado!

    lactobacilosmortos

    setembro 4, 2009 em 4:33 pm

  14. Agora está beeeeeeeeeeem melhor. Muito mais limpo o blog. O João dá umas pisadas na bola, mas não é uma pessoa incapaz. São interessantes as intervenções dele. As do Argo eram só perda de tempo de um webmaster maluquinho.

    Ricardo Rei

    setembro 4, 2009 em 4:27 pm

  15. “Por definição, Deus não pode ser metáfora.”

    custou hein? Finalmente. Depois de dizer que a santissima trindade era metafora, e que outros dogmas catolicos são metafora, estava à espera de tudo.
    Ja estava a desesperar. Quase perdi o bafo.

    Então diga-me la que parte da santissima trindade é que é uma metafora.

    RESP. LUCIANO

    Tá difícil aí hein? Deus, como um criador, não é naturalmente uma metáfora. As ações descritas para Deus podem ser ou não metáforas. Simples.

    Você ainda não deu a sua definição de Deus. Quem disse que sem isso você pode avançar para a próxima pergunta?

    joao

    setembro 4, 2009 em 4:09 pm

  16. Argo

    Você disse que tem uma empresa de TI. Quais são as linhas de negócio? Sei que não é o objetivo aqui, mas quero abrir uma RFP em breve, e gostaria de 5 empresas qualificadas concorrendo.

    Eduardo Lourenço

    setembro 4, 2009 em 3:54 pm

  17. Luciano, na boa, você não percebeu que esse Argo é louco? O cara posta compulsivamente, não pensa mais em outra coisa além de você. Você mostrou o post do dia 20, e o cara mesmo assim diz que forçou você a escrever algo. Isso é sinal de loucura. O cara não tem o senso de realidade.

    Peço que tome uma ação, pois eu gosto muito desse blog, mas é difícil indicar para os outros se continuar essa palhaçada desse demente por aqui.

    RESP. LUCIANO

    Concordo! Por motivos de loucura do Argo, praticamente todos os posts dele serão eliminados daqui. Se ele quiser que poste decentemente. Que ele fique postando sozinho lá no Portalzinho de malucos dele.

    Ricardo Rei

    setembro 4, 2009 em 3:51 pm

  18. Ah, tenho uma empresa de informática. Quando precisar de emprego, me avise, ok? Se voce se humilhar bastante, talvez eu lhe consiga um emprego. Dá-me pena voce estar desempregado, sei o que é crise.

    RESP. LUCIANO

    Imagino que você, ao dizer “sei o que é crise” deve saber mesmo. Sua situação é de crise. Aliás, quem disse que eu atuaria na área de ‘informática’? Informática é função de suporte. Virou commodity. É coisa de quem NÃO CONSEGUE ir para a área de negócios. Minha empresa é de consultoria em gestão. E NÃO ESTAMOS interessados em pessoal de TI.

    argo

    setembro 4, 2009 em 3:41 pm

  19. [Logo, minha confissão de catolicismo foi espontânea.]

    Confissão induzida não é espontânea. Há uma diferença. Voce foi FORÇADO a confessar com todas as letras que era CATÓLICO. Vou forçar voce a reconhecer que é FANÁTICO.

    RESP. LUCIANO

    Minha declaração foi espontânea justamente por não ter sido induzida (e provei que não foi). Não seria um digitalizador (no mais baixo grau de hierarquia) que poderia me forçar a qualquer coisa. Uma coisa você já conseguiu: convencer a todos aqui que o fanático é apenas você. Você tem inveja de minha saúde psicológica.

    O mais engraçado é que quando você pedi que eu pregasse a existência de Deus de forma científica. E eu disse “não farei”. Você ficou muito irritado. Você teve esperanças de que eu fosse fanático, mas se frustrou. Foi divertido ver sua irritação e a irritação do Rafa em consequência.

    Morra de inveja.

    P.S. Próximo post seu que falar de indução, OU VOCÊ APRESENTA UMA PROVA DA INDUÇÃO, ou então o post não será publicado, pois ad nauseam aqui não. Quer acusar? Acuse. Mas PROVE. Vamos cortar um pouco de sua histeria.

    argo

    setembro 4, 2009 em 3:22 pm

  20. Em resumo:

    1) VOCE É CATÓLICO. Fato.

    Sim. E com orgulho.

    2) VOCE É FANÁTICO. Presunção.

    Não sou fanático, pois não defendo nenhuma idéia minha de forma fundamentalista. Morra de inveja. Você é fundamentalista em sua pregação de ateísmo… Não, não adianta insistir. Não vou me converter ao teu ateísmo.

    3) O OBJETO DE SUAS POSTAGENS TEM COMO OBJETIVO ELEVAR A IGREJA CATÓLICA. Fato.

    Defina objetivo. Objetivo primário ou objetivo secundário/terciário?

    ———-

    [Pois sua alegação é a de que confessei catolicismo APENAS por você ter pedido.]

    Eu não pedi. Eu impus sua CONFISSÃO, por provas irrefutáveis. Fato.

    Impossível você ter imposto, pois eu afirmei o catolicismo ANTES de você ter feito tal pressão. DESAFIO você a mostrar evidências de tal pressão datadas DE ANTES de 20 de agosto.

    Mãos à obra…

    argo

    setembro 4, 2009 em 3:11 pm

  21. Luciano, oh my god, you killed Kenny!!! You bastard!!!

    Marcos Richard

    setembro 4, 2009 em 3:08 pm

  22. [Está escrito no texto que está no link a declaração]

    Substitua o VOCE por ELE. Simples.

    Repito: voce nunca declarou que era CATÓLICO antes de eu começar a postar.

    RESP. LUCIANO

    Ô menino burro esse Argo!

    A sua alegação era de que eu confessei ser CATÓLICO por pressão sua. Para isso ser verdade, você teria que ter feito tal exigência ou questionamento específico (leia no dicionário o que significa a palavra específico) antes do dia 20 de agosto de 2009. Fato. Você não fez.

    Logo, minha confissão de catolicismo foi espontânea. Não adianta chorar, fazer beicinho. Você perdeu!

    Ah, e não adianta o substitua “Você por Ele”. Você já cometeu o erro. Ato falho. Você está obcecado por mim.

    argo

    setembro 4, 2009 em 3:06 pm

  23. ARGO: ONDE voce declarou ser católico antes de meu primeiro post?

    LUCIANO: http://neoateismodelirio.wordpress.com/2009/08/20/como-rejeitar-facil-o-marketing-neo-ateista/. Data do post: 20-08-2009.

    LUCIANO WINS! FATALITY!

    Diego Haza

    setembro 4, 2009 em 2:58 pm

  24. “Eu declarei ser católico”

    ONDE voce declarou ser católico antes de meu primeiro post?

    Voce está delirando, Luciano. Cada vez mais. Dentro em pouco voce fica irritado novamente e começa a apagar post, eh, eh

    Só que, agora, voce está lascado; todos estão sendo fotografados, eh, eh.

    RESP. LUCIANO

    Nada, estou me divertindo muito vendo você chafurdar.

    http://neoateismodelirio.wordpress.com/2009/08/20/como-rejeitar-facil-o-marketing-neo-ateista/

    Data do post: 20-08-2009, MUITO ANTES de você fazer qualquer questionamento aqui sobre minha religião.

    É fato. Agiu feito menininha neurótica, PERDEU.

    Continue fotografando para sua posteridade.

    argo

    setembro 4, 2009 em 2:47 pm

  25. “você TEM QUE DETALHAR o que está perguntando… ”

    Eu perguntei:

    “Deus é uma metafora?”

    Não sabe o que é uma metafora ou não sabe o que é Deus? Onde esta a falta de detalhe?

    RESP. LUCIANO

    Calma, não perca a calma. Tente manter o foco. Já começou a espanar tão cedo?

    Quando eu pedi o detalhamento, era que você dissesse algo como “a descrição de Deus”, “atos atribuídos a Deus”, etc… e então perguntasse se eram metáfora ou não. Dizer apenas “Deus” e perguntar se é metáfora é tão estúpido quando perguntar se universo é metáfora. Por definição, Deus não pode ser metáfora.

    Joao

    setembro 4, 2009 em 2:35 pm

  26. NO BLOG QUE TRETA! O PROFESSOR DEMONSTROU QUE ARGO ERA HOMOSSEXUAL.

    O ARGO NÃO CONTESTOU UM SEGUNDO SEQUER.

    RESP. LUCIANO

    Pois é. Isso explica pq ele odeia com tanto fanatismo a Igreja Católica.

    Diego Haza

    setembro 4, 2009 em 2:27 pm

  27. Deus é uma metáfora?

    RESP. LUCIANO

    Consigo responder, claro.

    Então se consegue não se acanhe. Prometo não gozar. Por agora.

    RESP. LUCIANO

    Não se acanhe: o que você define por Deus?

    Lembre-se que isso é a lógica dos quatro discursos (de Aristóteles). Quando você me pergunta sobre uma coisa, você TEM QUE DETALHAR o que está perguntando…

    Aliás, mais uma lição: nunca ouvi falar que Deus era metáfora. E sim que A DESCRIÇÃO DE DEUS continha metáforas.

    Joao

    setembro 4, 2009 em 1:15 pm

  28. “Deus é uma metáfora?

    Defina o que você quer dizer por ser “deus uma metáfora”? Se alguém afirma que para a existência do universo há ou não um criador, isso não há de ser metáfora…”

    Afirmar que ha ou não um criador não é nada. Não respomde a nada. consegue ou não responder à questão:

    Deus é uma metáfora?

    RESP. LUCIANO

    Consigo responder, claro.

    Joao

    setembro 4, 2009 em 1:04 pm

  29. Luciano Henrique disse…
    Rafa

    “Crer em deus e não alegar a sua existência é muito bom.”

    Bom demais. Nisso você acertou.

    “Crer em algo que se aceita não existir é delicioso.”

    Já errou! Aceitar não existir não é o mesmo que DEIXAR de alegar que existe. A diferença é gritante.

    Voce não alega que Deus existe?

    RESP. LUCIANO

    Não, João, toc, toc… tem alguém aí? Vou explicar para você. Presta atenção, viu?

    Quando alguém diz “acredito que Deus existe” isso é uma declaração de CRENÇA. Ou seja, alguém diz que tem uma crença ou não tem uma crença.

    Até aqui tudo bem, correto?

    Quano alguém diz “gostaria de formalizar a existência de Deus, podem começa os testes” isso é uma ALEGAÇÃO. A partir desse momento, a pessoa assumiu o ônus da prova, por ter feito ALEGAÇÃO…

    alegação
    a.le.ga.ção
    sf (alegar+ção) 1 Ato ou efeito de alegar. 2 Citação de argumentos, fatos ou autoridades, como prova de alguma coisa. 3 Dir Peça oferecida nos autos em sustentação ou impugnação, de fato ou de direito, por alguma das partes. A. finais, Dir: exposições dos fatos da causa, de que se deduzem argumentos em favor do direito controvertido, com fundamento na lei, na prova dos autos, na doutrina e na jurisprudência.

    Joao

    setembro 4, 2009 em 1:03 pm

  30. “Como falei, avaliei o comportamento. Deixe seus filmes infantis de lado do debate…”

    Avalias mal. Deve ser o teu desespero. Tolda-te a razão. E sim são filmes da infancia. Mas tu estas sempre a dizer como os outros se sentem, como se quisesses sugerir que eles sentissem isso e acontecesse. Não funciona com ceticos. Mas dá para ver o desespero de quem faz.lol

    RESP. LUCIANO

    Eu estou calmíssimo. Tanto que nem pensei em sair procurando por você por aí. Você e a turminha tentaram. Ficou na cara. Aliás, para você dizer o que funciona ou não com céticos, você precisa PRIMEIRO se tornar um cético. Duvido que você consiga ser um cético. Só falta você ser igual o João Vasco e acreditar nos memes que o Dawkins falou que existiam.

    joao

    setembro 4, 2009 em 12:08 pm

  31. ” Você está descobrindo coisas, como adulto, que os católicos já sabem desde os 12, 13 anos…”

    Mas pensas que a maioria dos catolicos considera a ressuscitação de Jesus, a virgindade da Virgem e a santissima trindade uma metafora?

    RESP. LUCIANO

    Todos os que eu conheço? Sim.

    joao

    setembro 4, 2009 em 11:57 am

  32. “Você afirmou que aquele Luciano Henrique estava postando neste blog”

    Não nao afirmei. És um mentiroso descarado. Disse que não tinha a certeza e que achava. E até expliquei porque. Mas sim, estou de acordo que ser confundido consigo é motivo para preocupação…

    RESP. LUCIANO

    Ser confundido com qualquer pessoa que não se é realmente é motivo de preocupação para qualquer pessoa. Notou seu problema com a linguagem básica?

    joao

    setembro 4, 2009 em 11:56 am

  33. ““Crônica da Ciência” fez uma crítica emocional a um texto deste blog”

    Ué? É o copy paste das suas alegações. Sentiu-se arrependido de ter dito alguma coisa? (não estou a tentar adivinhar o que sente, estou só a perguntar).


    RESP. LUCIANO

    Pq eu deveria me arrepender? Aliás, você fugiu da discussão do modelo sugerido. Conforme previsto. A parte 3 seguirá em breve refutando inteiramente o seu discurso lá. Assim como você já tinha sido refutado antes.

    joao

    setembro 4, 2009 em 10:51 am

  34. Vamos lá… Meus comentários em negrito.

    “E quem disse que estou com medo de suas “provas”? Eu apaguei mesmo seus chiliques. Saia mostrando seus chiliques para todos e que todos vejam que você dá ataque histérico pela web.”

    Luciano, até pode ser louvavel que queira deixar os chiliques dos outros fora da nossa vista. Mas repare que por muito boas inteções que tenha, pode estar a apagar informação que outros não considerem chilique.

    Detalhe a informação, então… Se você disse trabalhar com investigação, TEM que saber responder a isso…

    Por isso, além de lhe pedir para não publicar os nossos comentários interrompidos onde bem mais lhe da proveito, não faça igualmente cortes ao seu critério nos comentários dos outros, com excepção para casos obvios de incitação ao odio ou à violencia ou da mesma linha, coisa que não foi o que o Luciano alegou.

    De novo, dê exemplos de supostos cortes…

    Outra coisa.. Porque passa a vida a tentar adivinhar o estado de espirito dos outros? É tolice e só dá vontade de rir.

    Não sabes como passo a vida. Avalio só o comportamento. Você, ao tentar achar o coitado lá e tentar dizer que sou eu, mostrou um ato de desespero: fato. A tolice foi tua. Por isso que você é motivo de risos.

    Até parece que acredita ter poderes de vidente ou que acredita que se fizer isso muitas vezes se torna realidade. Não será que tem visto demasiada guerra das estrelas? Pensará o Luciano que é um Jedi?

    Como falei, avaliei o comportamento. Deixe seus filmes infantis de lado do debate…

    joao

    setembro 4, 2009 em 10:44 am

  35. O Argo é um coitado. Postou lá aquele negócio de telha para ver se conseguia zombar do Luciano, e nem o pessoal do fórum dele leu.

    O Argo: “”Ja tou com a barriga doendo de tanto que ri, eh, eh. Ah, e o cara ficou com tanta vergonha que sumiu, kkkkkk”

    Cachaceiro: “Tá, vou ler… só porque pediu com carinho”

    lamps: “Nem li!!!”

    Tupac: “aff… nem li 2.”

    Argo comemorou sozinho até entre a turma dele. Que vida triste a dele.

    Ricardo Rei

    setembro 4, 2009 em 6:28 am

  36. O ARGO É TÃO INÚTIL QUE ATÉ OS AMIGUINHOS NEO-ATEUS DELE DERAM UMA COMIDA DE RABO NELE NA FRENTE DE TODO MUNDO. DISSERAM QUE ELE ESTAVA SAINDO DOS LIMITES.

    ARGO, CONTINUE POSTANDO.

    DIVIRTA-NOS.

    Diego Haza

    setembro 4, 2009 em 4:15 am

  37. É, Luciano. Se deu mal. O Argo parece que está com idéia fixa por você. Deve ser paixão. Apanhou e gamou.

    Ricardo Rei

    setembro 4, 2009 em 12:35 am

  38. A COISA VAI FICAR BOA AGORA!!!!

    O LUCIANO DESCOBRIU QUE O JOÃO VASCO TEM CRENÇA EM MEMES.

    AGORA VAI SER O TRIVIAL. O LUCIANO VAI EXIGIR PROVAS, E O JOÃO VASCO VAI TERGIVERSAR.

    Diego Haza

    setembro 3, 2009 em 9:31 pm

  39. Eu nunca vi um massacre tão grande. O Luciano sozinho derrotou um exército de ateus fanáticos.

    Marcos Richard

    setembro 3, 2009 em 9:10 pm

  40. a analogia segue. Não faças telha e publica este comentário ja que não publicas-te o anterior.

    RESP. LUCIANO

    Já mostrei o erro da analogia. Va lá. Tente outra analogia.

    joao

    setembro 3, 2009 em 5:15 pm

  41. Sim, a administração não existe. O que voce fizer e disser não tem implicações para a administração. Bravo

    Daqui a nada temos os primeiros ministros a dizer que não estão a governar o pais que quem governa é o governo. E eles não são o geverno, apenas fazem parte dele. O governo não erra, eles é que podem errar. Mas o governo esta bem e não erra.

    Onde é que vai dar a tua argumentação? A uma dissociação total entre o todo e as parte? A que nenuma generalização sehja possivel fazer? A que ninguem seja responsavel por nada?

    RESP. LUCIANO

    Você que disse que administração não existe. Você está histérico (tanto que o trio argo, Barba Rija e você tentaram praticar crime virtual). O que eu fizer talvez tenha implicações para a administração.

    Aliás, no seu exemplo, você teria que aceitar que o “governo erra”. Ok, mas isso é contradição com “governo não erra”, pois alguns governantes NÃO ERRAM. Lembre-se que você assume para a entidade maior AUTOMATICAMENTE tudo que os players fazem.

    Você refutou a si próprio de novo…

    Joao

    setembro 3, 2009 em 3:21 pm

  42. Como bem disse o Nuno Gaspar. Foi uma crueldade com os neoateus terem convidado o Luciano para aquele blog. João Gaspar teve até que aturar a sua ilusão memética se desmanchar feito castelo de areia. O Ludwig, dono do blog, viu seus argumentos serem refutados. Barba Rija está perdido e confessou publicamente que está nervoso.

    Eles ficarão com traumas!

    Marcos Richard

    setembro 3, 2009 em 2:25 pm

  43. Atenção:

    É errado dizer:

    - que o gelo se derrete
    - que a agua molha
    - que o iodo volatiza-se
    - que o pavio se consome
    - que o Luciano se corrige.

    Porque isso implica um argumento de objectivo proprio da coisa, como se o quisesse fazer. Ou tivesse intencionalidade. Chamam-lhe teleologia ou uma coisa do género.

    E o gelo derrete-se por influencia externa, e a agua molha por natureza directa o pavio se consome se houver fogo e o Luciano não se corrige.

    E a ciencia corrige-se por acção externa. Por acção dos cientistas. Não confundir com as situações acima.

    RESP. LUCIANO

    Nem analogia o Joao consegue fazer. A analogia só estaria correta se eu, ao me corrigir, estaria AUTOMATICAMENTE corrigindo a entidade que eu represento. No caso, a Administração. Aprenda a fazer analogias.

    Joao

    setembro 3, 2009 em 2:13 pm

  44. É que você deve ser ateu fanático. Não tem senso crítico. O que todos podem notar é que o Luciano refutou todas as falácias do Ludwig. Vi ali no mínimo umas 10 falacias.

    Ricardo Rei

    setembro 3, 2009 em 2:13 pm

  45. Caramba! Esse era o tal Ludwig que o João baba tanto o ovo? O post do Ludwig é até infantil. Tem até aquelas bobagens de minnie, mickey, batman. por isso que é bom suspeitar dos neos. eles são muito moleques. Nunca vi tanta falácia junta. E ele já tomou uma enrabada do Luciano. Vão ficar traumatizados desse jeito.

    Ricardo Rei

    setembro 3, 2009 em 1:38 pm

  46. Não meu caro. Tu não acrescentas-te nada de novo. Esse teu argumento esta estafado. Era essa a armadilha? Usar um argumento batido? E esperar que eu responda? boa.

    De qualquer modo dei uma resposta breve no meu blogue. Que sorte ha?

    Diverte-te.

    Ha! e o Ludwig dedicou-te um post. Parabens! Cheguei a pensar que não ias conseguir (desculpa, mas és um bocado obvio).

    RESP. LUCIANO

    O Ludwig só cometeu falácias no post dele. Vai ser divertido refutá-lo aqui. Mas vou dar um tempo antes da parte 3, pois há outros textos a serem publicados.

    Joao

    setembro 3, 2009 em 12:38 pm

  47. E o blog desse João diz: Uma discussão sobre ciência e do que ela nos diz.

    Ele não larga o osso.

    Ricardo Rei

    setembro 3, 2009 em 4:34 am


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