Contra fatos não há argumentos: Tarcisio Bertone estava certo

Que nos últimos dias uma boa parte dos posts aqui tem sido em relação à baixaria do ataque de pânico moral que a mídia vem fazendo contra a Igreja Católica, isso já não é novidade.
Relembremos o post anterior, em que comento a posição do Secretário de Estado do Vaticano, Tarcísio Bertone, no caso de pedofilia. Segundo ele, a prática da pedofilia tem associação com a homossexualidade. Obviamente, isso causou vários protestos do mundo gayzista.
Lamentavelmente, o porta-voz da Santa Sé, Federico Lombardi, deu uma declaração que aparentemente é um recuo.
Primeiramente, vamos à notícia (do Google), como sempre MAL INTERPRETADA pela mídia (por que não estou surpreso?):
O Vaticano contestou hoje as polêmicas declarações do cardeal Tarcisio Bertone no Chile, nas quais relacionou a pedofilia a homossexualidade, e afirmou que não considera de sua competência fazer afirmações de caráter psicológico ou médico sobre estes assuntos.
O cardeal Bertone, secretário de Estado do Vaticano, descartou uma relação entre a pedofilia e o celibato sacerdotal e afirmou que os casos são relacionados à homossexualidade.
Em comunicado divulgado nesta quarta-feira, o porta-voz da Santa Sé, Federico Lombardi, disse que as declarações de Bertone se referiam ao problema dos abusos por parte dos sacerdotes na Igreja “e não à população em geral”.
“As autoridades eclesiásticas não consideram de sua competência fazer afirmações gerais de caráter psicológico ou médico, para as quais se remetem naturalmente os estudos de especialistas e às pesquisas dirigem”, afirmou Lombardi.
Com essas palavras, segundo os analistas, a Santa Sé “se distancia” da afirmação por seu “número dois”.
Lombardi acrescentou que os únicos dados que dispõem as autoridades eclesiásticas sobre o tema dos abusos sexuais de menores por parte de sacerdotes são os facilitados recentemente pelo “promotor” da Congregação para a Doutrina da Fé, encarregada destes casos, Charles Scicluna.
As declarações de Bertone geraram uma forte polêmica e colocaram em pé-de-guerra as ONGs de defesa dos homossexuais, entre estas a italiano Arcigay, que denunciou “o cinismo, a falta de escrúpulos e a crueldade” da hierarquia do Vaticano ao vincular a homossexualidade à pedofilia, quando escondeu delitos sexuais perpetrados por parte de religiosos sobre menores.
Meus comentários
A oposição do Lombardi (como porta-voz do Vaticano) não é quanto ao caso de Bertone tratar a questão da associação de pedofilia com homossexualidade no âmbito da Igreja Católica, mas sim em estender essa análise à sociedade em geral.
Notem especificamente o que Lombardi escreveu: “As autoridades eclesiásticas não consideram de sua competência fazer afirmações gerais de caráter psicológico ou médico, para as quais se remetem naturalmente os estudos de especialistas e às pesquisas dirigem”,
Sendo assim, a retificação não significa “se distanciar” da afirmação de Bertone, mas sim ajustá-la para um melhor entendimento.
No entanto, é uma besteira injustificável a atitude de Lombardi ao dizer que não é da competência de Bertone tratar tais assuntos.
Até por que a questão não é da alçada de psicólogos, que APENAS estudam o fenômeno, e sim da alçada de alguém que tenha estudado o básico de regra de três.
Então, por que Lombardi falou uma besteira inominável?
Segundo o Dr. Thomas Plante, que tem investigado a questão do abuso sexual clerical (e lançou os seguintes livros: “Sin against the Innocents: Sexual Abuse by Priests and the Role of the Catholic Church” “Bless Me Father For I Have Sinned: Perspectives on Sexual Abuse Committed by Roman Catholic Priests”), os números mostram coisas muito interessantes.
Segundo Plante, 22% a 45% dos padres possuem tendência homossexual (número alarmante, diga-se). Nem é preciso aplicar a fórmula do PERT/CPM, pois já conseguimos de cara estimar um número para trabalho. Que tal 33.5% de incidência de tendências homossexuais em padres? Como há o celibato, não os tratamos como homossexuais ou heterossexuais, e sim como pessoas com tendências heterossexuais, e com tendências homossexuais. Tendências, aliás, que se materializam no caso do ato sexual.
Nessa situação, ainda temos o número de 4% de padres que tenham tido ato sexual com menores durante a última metade de século (os dados vêm de um relatório do Colégio de Justiça Criminal John Jay, em 2004, e foram citados por Thomas). Os números são menores do que em professores escolares, com índice de 5%, e, ainda segundo Thomas, provavelmente a metade do que ocorre com várias outras categorias profissionais.
Supondo que existam 1,000 padres, diante desses números, teríamos 40 “defeituosos”. No caso dos professores, teríamos 50 “defeituosos”. Considero aqui como “defeito” o não atendimento aos padrões de conduta exigidos. Nesse caso, o de não realizar sexo com crianças.
O risco de encontrar um padre pedófilo pela frente seria, então, de 4%, ao passo que encontrar um professor pedófilo seria de 5%. Estendendo essa análise de risco para outras atividades profissionais, os dados devem começar a ficar cada vez mais reveladores.
E olhem que não começamos nem a refutar a idéia boba do Lombardi (lembrando que ele disse que só “psicólogo” poderia falar sobre o tema).
Vamos começar a refutação agora.
Façamos uma estratificação dos padres em duas categorias, (1) com tendências homossexuais e (2) com tendências heterossexuais. De acordo com os dados que temos, podemos considerar essas duas categorias. No futuro, com mais dados, podemos considerar uma terceira categoria, os com tendências bissexuais (ou seja, ao mesmo tempo homossexuais como heterossexuais).
Atualmente, vamos considerar que 80% dos casos de pedofilia envolvem sexo com GAROTOS, portanto, foram cometidos por homossexuais.
Aplicando uma regra de três, consideramos que se tivéssemos 2 grupos de 1.000 padres, sendo um só com aqueles de tendências homossexuais, e o outro só com aqueles de tendências heterossexuais, teríamos 64 casos por 1.000 no primeiro, e 16 casos por 1.000 no segundo. Enfim, são os fatos.
Nesse caso, o risco de encontrar um padre pedófilo no grupo dos padres com tendências homossexuais é de 6,4%, e o de encontrar um padre pedófilo no grupo dos padres com tendências heterossexuais é de 1,6% (!!!).
Ora, se há um risco quatro vezes maior de se encontrar um padre pedófilo dentre aqueles que são homossexuais, como é que pode o Lombardi dizer que não se pode fazer comentários sobre associação de casos de pedofilia e homossexualismo sem ser um psicólogo?
Neste assunto, o papel do psicólogo é estudar o sujeito e seu comportamento, suas motivações, estudar o que leva alguém a ser um pedófilo, etc. Mas a ASSOCIAÇÃO e o estudo estatístico das relações entre os elementos de uma análise não requer um psicólogo. E nem um médico.
Em suma, o Lombardi falou uma besteira incontornável, e cometeu um erro político, pois ele nem precisava se meter a besta e interferir nas declarações de Bertone, que estão AMPLAMENTE amparadas por fatos.
Conclusão
Segundo os dados até o momento, que podem ser expandidos ainda mais:
- A Igreja Católica tem baixa incidência de práticas de pedofilia, sendo a incidência de 4%, ou seja, abaixo da média;
- O celibato aparentemente não pode ser responsabilizado pelos casos de pedofilia, haja vista que a incidência da prática é menor que em outras profissões;
- Entre os padres com tendências homossexuais, há um risco QUATRO VEZES maior de um padre cometer pedofilia do que um não-homossexual;
- Mesmo que o índice de pedofilia seja baixo (em relação às outras profissões), ele poderia diminuir muito mais (reduzir de 4% para 1,6%) com testes para investigar se o padre tem tendências homossexuais antes que adentre à função de padre;
- Uma redução de 4% para 1,6% é ilusória, pois sempre existiria o risco de algum padre homossexual escapar no teste (e querer 100% de qualidade é sempre impraticável), mas uma redução de 4% para 2% já é mais realista, pois considera até uma margem de erro para a ação de proibição de padres com tendências homossexuais;
- Se 4% já configura o padre como um dos profissionais mais SEGUROS para o convívio, por sua taxa baixa de incidência de pedofilia, ao reduzir pela metade, o ganho seria surpreendente, em todos os aspectos, tanto no aspecto moral, como no aspecto humano (menos crianças correriam riscos) como para a imagem do Vaticano;
- O pânico moral da mídia anti-religiosa é injustificável, e vergonhoso – é possível dimensionar o tamanho da vergonha deles quando olhamos os números;
- Tarcisio Bertone falou o que deveria ter falado, e não é preciso ser médico ou psicólogo para notar isso;
- O Federico Lombardi agiu feito uma besta.
Enfim, temos que nos guiar pelos fatos que temos a mão, certo? Como eu sempre tenho dito, não há que se ligar para o chororô dos líderes das organizações gayzistas e de neo-ateus. Temos que estudar a questão de acordo com os DADOS. É como na gestão moderna. Já passou o tempo de “eu acho” na hora de investigarmos. Temos que basear ataque e defesa de pontos de vista, em questões sociais, AONDE os dados nos levam. E os dados mostram que a Igreja, se cuidar para eliminar os padres homossexuais de seu quadro, e impedir que outros lá entrem, a partir de um novo e revisado processo de seleção, tende a reduzir drasticamente os casos de pedofilia.
E por que será que os gayzistas e os subversivos de vários tipos não querem essa associação? Será que não querem a diminuição da prática de pedofilia? Capaz, pois aí eles perderiam um pretexto…

Essa Jeann, que não é a Grey de “X-Men”, é mesmo incrível: usa umas contagens delirantes pegando as porcentagens do texto, faz uma mistureba desgraçada, pega um roteiro de um filme pra lá de enviesado e diz com tudo isso que “contra ‘fatos’ não há argumentos”. E depois manda abraços “sem esperanças”. Sem esperanças de alguém tão sofismática quanto a senhora sou eu senhorita Jeann!
Ah, e antes que pense em me chamar igualmente de “fundamentalista”, seria bom a senhora definir a palavra corretamente ok?
Acauã K.
maio 25, 2010 em 7:47 pm
Li um outro post seu sobre dialética erística; vejo que as lições foram absorvidas! Pois seus números não provam nada, felizmente.
- Em primeiro lugar, de onde a fonte que são 80% os casos de pedofilia contra garotos?
- Supondo que sejam verdadeiros esses números, ainda assim seria irrelevante. Sabemos que 33% da população não é homossexual, ou seja, a porcentagem de homossexuais na Igreja não reflete o número de gays na sociedade. Assim sendo, dados sobre homossexuais na Igreja não servem como base para julgar o comportamento da sociedade como um todo. Há algo na Igreja que atrai esse subgrupo específico; (talvez a culpa impingida por séculos de preconceito na sociedade os faça querer desejar o celibato; sobre a razão só se pode especular). Padres gays são um subgrupo que deve ser considerado à parte, e não generalizando para o todo. Dialética erística: ampliação indevida. Mas você já sabia disso, não é mesmo?
- Se 4% é um número muito pequeno para se julgar e condenar publicamente a Igreja, como você diz que as pessoas têm feito, 6,4% também o é (supondo que esses números sejam verdadeiros, o que não sabemos, afinal, não sabemos de onde vêm os 80%). Exilar e expurgar hipotéticos 93,6% padres com tendências homossexuais que têm tendências perfeitamente corretas e irrepreensíveis porque alguns poucos são maçãs podres não parece atitude cristã. Se fosse verdade que apenas o homossexualismo está ligado à pedofilia (o que não ficou, de forma ALGUMA, provado pelos números, ou pela ciência, ou por qualquer coisa exceto o preconceito), ele não existiria naqueles 1,6%. Os 93,6% têm tanto direito de exercer o sacerdócio quantos os outros. Não é assim que se resolve o problema. Uma forma de resolvê-lo seria, por exemplo, tendo tido pulso firme (expulsão!) com os padres que incorreram na prática, em vez de acobertar por tantos anos.
- O que você propõe foi tentado nos anos 70 com os professores, nos EUA. Cristãos no Senado tentaram aprovar leis que garantissem poder demitir professores que fossem gays (o filme Milk, com Sean Penn, conta a história.) Foi um fracasso retumbante, claro. Vale a pena ver o filme.
Contra fatos não há argumentos. Mesmo assim, jamais irei convencê-lo, estou certa. Acho que você pertence ao pior tipo de fundamentalista: o que acredita travestir seus argumentos (“fatos”) de razão, e usa um verniz de lógica para justificar preconceitos. Nem com todos os fatos do mundo poderia demovê-lo de suas ideias. É pena. Creio em Deus. Mas não distorço as estatísticas para adequá-las a crenças e preconceitos que nada têm a ver com essa fé.
Abraços sem esperança,
Jeann
maio 24, 2010 em 11:31 pm
Caro elviro
O seu “Temos que aceitar” é um tanto contraditório para quem dá impressão de falar de tolerância.
Att
francisco razzo
maio 24, 2010 em 6:42 pm
Temos que aceitar a opção sexual de uma pessoa, o que não podemos aceitar é que o fato de alguém ser gay, padre, professor, político…etc faça dele automaticamente um anjo ou um demônio, até porque estas coisas não existem.
elviro
maio 23, 2010 em 10:10 pm
Luciano,
obrigado, vou postar lá.
Wallace
abril 16, 2010 em 1:31 pm
Olá Pedro M.,
Obrigado por sua correção. Publiquei um novo post.
http://neoateismodelirio.wordpress.com/2010/04/15/correcoes-sobre-pedofilia-e-efebofilia/
Olá Rosie,
Primeiramente obrigado pelas palavras. No link que passei acima, existem as correções e o quadro não é tão grave. Seriam 0,4% de pedófilos, e 3,6% de efebófilos.
Abraços,
LH
lucianohenrique
abril 15, 2010 em 8:36 pm
Olá Wallace,
Segue a fonte: http://www.psychwww.com/psyrelig/plante.html
Abs,
LH
lucianohenrique
abril 15, 2010 em 7:10 pm
Parabéns pelo post. A clareza de raciocínio e argumentação é exemplar.
Bruno
abril 15, 2010 em 3:09 pm
Luciano, pra variar a imprensa corta o que dizem os sacerdotes. Encontrei este artigo no blog do vaticanista Sandro Magister que apresenta, entre outras coisas, uma citação mais completa de Federico Lombardi, que pode ajudar nesta sua análise. Uma tradução livre (grifos meus):
“As autoridades eclesiásticas não consideram de sua competência fazer afirmações gerais de caráter psicológico ou médico, para as quais se remetem naturalmente os estudos de especialistas e as pesquisas sobre a matéria. No que tange a competência das autoridades eclesiásticas, no campo das causas dos abusos de menores por parte de sacerdotes apresentadas, em anos recentes, à Congregação para a Doutrina da Fé, há simplesmente o dado estatístico referido na entrevista do monsenhor Scicluna, na qual se falava de 10 por cento de casos de pedofilia em sentido estrito, e de 90 por cento de casos cuja melhor definição é de efebofilia (isto é, envolvendo adolescentes); destes, cerca de 60 por cento referem-se a indivíduos do mesmo sexo e 30 por cento de características heterossexuais. Aqui se refere, evidentemente, à problemática dos abusos da parte de sacerdotes e não na população em geral.”
A meu ver, o pe. Lombardi não foi tão ingênuo, mas podia ser mais enfático, sabendo — como porta-voz da Santa Sé — que jornalista é uma racinha escorregadia.
Abraços
Pedro M
abril 15, 2010 em 2:44 pm
oi, luciano!
em primeiro lugar, parabens pelo texto coerente, coeso e bem-escrito (se metade dos jornalistas escrevesse assim – com nexo e sem erros de portugues – eu ficaria orgulhosa da minha profissao!!!).
so tenho um pequeno comentario (e nao quero criar polemica, nem iniciar uma guerra): fico apavorada em saber que 4% dos profissionais de qq categoria sao pedofilos. eles sendo padres, entao, me deixa absolutamente sem fe no ser humano. nao tenho filhos (ainda!), mas espero poder protege-los de um mundo em que meus representantes espirituais tem esse tipo de conduta. acredito que o grande choque da sociedade (midia encabecando a lista) eh pelo fato de que padres sao nossos lideres espirituais e, como tal, deviam nos proteger em todos os aspectos relacionados a condicao humana. saber que eles abusam de criancas eh algo realmente aterrorizante. nao que isso seja correto entre professores ou medicos ou qq outra pessoa (parentes proximos, por exemplo), mas o fato de a religiao ser cercada de ‘naos’ (nao ao anticoncepcional, a camisinha e a outras coisas que a gente sabe que sao pura hipocrisia) e ‘regras’ nos deixa muito apreensivos qdo ha casos de pedofilia dentro da instituicao. por toda a carga moral e irretocavel sempre transferida pela igreja (e aqui nao falo apenas da catolica) a seus fieis. eu acredito plenamente que padres pedofilos ou relacionados a pedofilia em qq momento de suas carreiras devam ser SIM banidos da instituicao para serem feitos de exemplo. nao importa que se trate de um padre de uma pequena comunidade ou um papa sentado no vaticano.
na inglaterra, onde moro, existe um cadastro nacional de pedofilos que serve para que eles nao sejam empregados em cargos que exigem contato com criancas – como creches e hospitais infantis. nao eh infalivel, claro, ja que ha pedofilos que nao estao ainda no cadastro e que, talvez, nunca entrem nele, mas ja eh um bom comeco.
volto a repetir: nao quero criar uma guerra com este comentario. estou apenas citando minha visao dos fatos. tudo o que voce escreveu, embasado em dados, esta perfeitamente coerente. o que nao me convence eh o fato de vc dizer que eh uma categoria segura pra se conviver. NAO EH. alguem que escolha fazer sexo com criancas eh um monstro – tenha ele frequentado os bancos de inumeras aulas de teologia ou nao. obviamente, eh quase impossivel identificar uma pessoa assim ate que ela ataque e seja denunciada. e, justamente por isso, o papel da midia em expor a situacao eh importante. reitero minha condicao de catolica, que pretende criar seus filhos (quando os tiver) dentro da doutrina, mas sempre com os olhos bem abertos. criancas abusadas tendem a se tornar abusadores. e dai o ciclo nunca termina…
por favor, apenas considere este comentario como um grito de socorro de alguem que realmente nao eh capaz de entender nem aceitar as motivacoes de um pedofilo. muito menos as argumentacoes de que esse tipo de conduta entre padres eh menos frequente do que entre outros profissionais… isso simplesmente nao deveria acontecer, pq eh monstruoso, desumano, humilhante, degradante. nao ha justificativa.
obrigada (e aceite meus sinceros parabens pelo seu texto)!
Rosie
abril 15, 2010 em 11:02 am
Etaaa Deus – a inteligência é pior que a bomba atômica…
***Muito bom.
paulojuniodeoliveira
abril 15, 2010 em 10:47 am
Ei, postei em um fórum ateu (citando a fonte) e um dos membros perguntou a fonte dos percentuais.
Qual é, Luciano?
Wallace
abril 15, 2010 em 9:36 am
Ótimo, isso sim é mostrar a verdade: a hipocrisia dos gays, que querem posar de vítimas mas não passam de algozes. Que as pessoas saibam cada vez mais disso e parem de atacar quem só atacam por motivos ideológicos, não porque liguem pra verdade.
Wallace
abril 15, 2010 em 7:57 am
[...] * Há dois excelentes posts sobre o assunto: um do Julio Severo e outro no Neo-Ateísmo, Um delírio [...]
Se falei mal, provai-o… | Inter-Esse
abril 14, 2010 em 10:26 pm